quinta-feira, 31 de março de 2016

Perdidamente.

comum incomum

vulgar, invulgar
corriqueiro
esquisito 
requintado
raro


Escolhe uma palavra para cada uso:

Maria é um nome.........

Esta faiança é uma peça .........

Esta sopa tem um sabor ......................, azedo,...

Na TV passa um concurso ............., sem gosto nenhum.

É ............... ver-te neste café a esta hora, nunca antes te tinha visto.

Esse prato tem um design muito .................., com muito gosto.


quarta-feira, 30 de março de 2016

Fonética ditongos nasais

Ditongo -em

Repete estas frases de viva voz, depois de as ter lido, SEM ver para os textos.

Em cem anos viveremos sem ar nem água.

Eles veem cem carapaus e comem-nos sem respirar.

Elas vêm a cem à hora e sem pararem.

Ninguém tem um vintém.

Ninguém sabe tão bem o caminho para Santarém como o senhor de Ourém.

Sempre que veem os amigos do Cacém eles vêm ter com eles.

Guia para Poupar. Leitura e exposição oral



>> 1º Lê e escolhe 7 dicas e conta-as aos colegas da turma por tuas palavras

>> 2º  Escolhe os dez conselhos mais necessários e confere a tua  lista com as dos teus colegas.


Algumas dicas para ter uma boa vida com menos dinheiro Conselhos para reduzir os gastos e poupar no dia a dia, sem sacrificar a qualidade de vida


Com tarifa bi-horária, a luz fica quase por metade do preço. Seja rigoroso e ligue as máquinas da loiça e da roupa (verdadeiros vampiros de eletricidade) apenas à noite.

A geração "usa-e-deita-fora" já não existe. Cada vez mais gente perde tempo a fazer pequenos arranjos para esticar a vida da roupa e do calçado. Por exemplo, é possível comprar uma máquina de costura a partir de 50 euros. Ao segundo par de calças que remenda, já compensa. "Faço roupa para a minha filha a partir de peças que deixei de usar, por gosto e porque representa uma poupança. A minha máquina de costura está mais do que paga", diz Sónia Gonçalves, 32 anos, autora do blogue Bricolar e Poupar.

Não desperdice água. Ponha um balde na banheira para aproveitar a água antes de aquecer o suficiente e utilize-a para regar as plantas ou lavar o chão. Ponha uma ou duas garrafas no autoclismo para diminuir o volume de água. Certifique-se de que não tem fugas ou torneiras a pingar.

Precisa de um banco ou de uma mesinha? Procure na sua arrecadação. Recuperar ou renovar peças de mobiliário é mais fácil e barato do que parece. "Uma gaveta de cómoda torna-se numa prateleira, pregando-a a uma parede; um tampo de vidro sobre um pufe transforma-o numa mesa; de eletrificar uma jarra ou uma garrafa vintage resulta um candeeiro...", diz Joana A., designer de interiores.

Calcule o valor da comida que tem em casa. Sempre que deixar estragar alguma coisa ou atirar restos para o lixo, traduza o esbanjamento em euros. Vai ver que o desperdício diminui. Saiba que os americanos deitam fora 40% da comida que compram, segundo os cálculos.

Leve a marmita para o emprego. Seja com restos do jantar ou com comida preparada de raiz, é mais barato do que comer fora e quase sempre mais saudável. Além disso, não é vergonha nenhuma, pelo contrário: está na moda. O mesmo se aplica aos pequenos-almoços e lanches. Uma sanduíche feita em casa custa cinco vezes menos do que num café.

Evite os pré-cozinhados. A comida caseira é mais barata, saudável e, com tempo e dedicação, mais saborosa. "Cada vez compro menos coisas preparadas", assevera Rute C., do blogue Os Tostões Cá de Casa. "Até faço pão e bolachas, e raramente compro sumos - ou fazemos nós ou bebemos água."
31 dicas para ter uma boa vida com menos dinheiro


Invista numa pequena horta. Basta meia dúzia de vasos para se tornar autossuficiente em ervas aromáticas. Quando se sentir mais confiante, arrisque num tomateiro, em rúcula, alface, courgete...

Não precisa de comprar bife do lombo para comer bem. Abuse das ervas aromáticas e das marinadas para melhorar o sabor dos alimentos, e guarde a água de cozer o frango para usar noutros pratos.

Se não consegue trocar o carro pelos transportes públicos, pelo menos não pague o combustível ao preço do caviar. Há estações de serviço low cost e bombas de supermercados com gasolina até 10 cêntimos mais barata (algumas têm descontos maiores à noite). Estude os preços na sua zona.

Partilhe o carro. Espreite as páginas boleias.com, carpool.com.pt, deboleia.com e galpshare.pt., e veja se alguns dos seus vizinhos vão para os seus lados. Paulo G., do carpool.com.pt, atribui o movimento à "crise e aos aumentos de gasolina", apesar de ter criado a página para combater a poluição e o trânsito.

Nunca vá ao supermercado de estômago vazio. Um estudo do neurologista canadiano Alain Dagher mostra que a fome liberta uma hormona que faz a comida parecer mais apetitosa - com resultados desastrosos para a sua carteira. Os padrões de atividade do cérebro, nessa altura, têm semelhanças com os de viciados em drogas.

Não param de nascer sites que agregam promoções. Restaurantes, hotéis, sessões de bem-estar, relógios e mais uma imensidão de produtos e serviços estão disponíveis com descontos de 50% a 80 por cento. "Quando fiquei desempregada, consegui manter o mesmo estilo de vida com a ajuda destes descontos", diz Cátia S., estudante de design de moda. Regra de ouro: não compre só porque é barato.

Use os sites de usados. E nos dois sentidos - para comprar e vender. Vasculhe o roupeiro e a arrecadação, e livre-se do que não precisa. Cada vez mais portugueses fazem o mesmo, o que se traduz num boom de páginas da especialidade, com algumas das maiores empresas a conter mais de 600 mil anúncios.

O seu carro, computador ou telemóvel não aguentam mais uns tempos? Talvez sim. Em Portugal, a vida média de um automóvel cresceu 14% em três anos, a do telemóvel passou de 16 para 18 meses em dois anos e a dos computadores portáteis de 4,3 para 4,4 anos em apenas um ano. Se os outros conseguem...

Opte pelas chamadas marcas brancas, que já conquistaram muitos portugueses.  Não admira: de acordo com um estudo da Deco, as marcas brancas são quase um terço mais baratas e de qualidade semelhante.

Planeie as suas compras de supermercado com base nos folhetos que recebe na caixa de correio, recheados de produtos baratos para atrair os clientes. Faça uma lista, antes de sair de casa e não se desvie um cêntimo.

Visite menos o supermercado. É preferível fazer compras para, pelo menos, a semana toda do que ir diariamente buscar legumes para a sopa do jantar e sair de lá com três sacos cheios de extras. E esprema a despensa e o frigorífico até ao fim, antes de ir às compras.

Use menos os cartões de débito - e fuja dos de crédito. Comece a pagar as suas compras com dinheiro. Vai ver que pensa duas vezes antes de entregar aquela nota de 50 euros. "Damos mais valor ao dinheiro se o virmos desaparecer do que se pagarmos com um cartão de plástico". No início, seja radical: deixe o multibanco em casa, até se habituar a usar notas.

Faça as contas para saber quanto ganha por hora e, quando estiver a namorar aquele gadget de última geração, traduza o preço em horas de trabalho. Ainda vale a pena? "O meu marido trabalha por conta própria. Quando penso em comprar alguma coisa, lembro-me sempre de que isso implica ele sair mais cedo ou chegar mais tarde, e assim passar mais tempo fora, longe da família", comenta a bloguer Sónia G.

Não compre por impulso: a emoção é o maior inimigo da carteira. Desta forma, reduz o risco de se arrepender. Aliás, o consumo emotivo parece estar a perder espaço,  32,3% dos portugueses arrependem-se cada vez menos das suas compras.

Em vez de girar um globo e apontar um destino ao calhas, adapte as suas férias às promoções que encontra. Ou marque as viagens com muita antecedência. Ou, melhor ainda, vá para fora cá dentro - fica mais em conta e a economia nacional agradece.

Não corte em tudo - faça opções. Escolha o que é mais importante para si. Prefere o ginásio ou a engomadoria? Gostava de jantar fora uma vez por semana ou comprar um jogo novo? O seu objetivo deve ser conciliar um modo de vida frugal, sem desperdício, com o conforto, e não passar a viver sem mimos.


A crise está a convencer os portugueses a passarem mais tempo nos seus lares. Mas a vida social não tem de ser destruída. Combine jantares com amigos em sua casa. Gasta menos do que no restaurante e não há razão para que a diversão seja menor. Já tem uma desculpa para resgatar ao pó aquele velho jogo de tabuleiro.

Como dificilmente conseguirá, nesta altura, cortar nas grandes despesas (esqueça a renegociação do spread com o banco), desbaste nas pequenas coisas. Misture água no champô para o aproveitar até à última gota, tome duches mais curtos, use descontos para ir ao cinema, passeie no jardim ou junto à praia em vez de ir para os centros comerciais e leve farnel. Qual foi a última vez em que fez um piquenique?

Deixe de fumar. Se comprar um maço de Marlboro por dia (4 euros), um fumador gasta 120 euros por mês. Um casal que fume queima, mensalmente, metade de um salário mínimo - ao fim de um ano, são 2 920 euros transformados em fumo.

Junte-se com os seus colegas e compre uma máquina de café decente. Após o investimento inicial, cada chávena sai a cerca de 30 cêntimos. Quanto mais gente contribuir, mais rápido é o retorno do investimento.

Planeie o seu orçamento ao pormenor: aponte as despesas fixas e estipule quantias para as compras no supermercado, para gastar nos tempos livres, roupa, tudo aquilo de que se lembrar, e mais um valor de reserva (chame-lhe poupança ou folga). 

Durante um mês, aponte todas as suas despesas. Quando somar as contas aparentemente mais insignificantes, vai chegar a um valor surpreendente. "Percebi que gastava 50 ou 60 euros em restaurantes de fast food ou a encomendar pizzas", exemplifica Rute C., autora do blogue Os Tostões. "Agora, faço as pizzas em casa. A farinha para a massa é baratíssima e os ingredientes podem ser as sobras que encontramos no frigorífico. Uma pizza caseira não custa mais de 2 euros."


Arranje um mealheiro. Há uma expressão que diz que 1 euro poupado é 1 euro ganho. Não é verdade: 1 euro poupado vale muito mais do que 1 ganho. Os estudos demonstram que os impostos, o tempo e as despesas associadas ao emprego (transportes, refeições) transformam cada euro de rendimento em apenas 60 cêntimos, em média. Já 1 euro poupado vale mesmo 1 euro.


Ler mais: http://visao.sapo.pt/31-dicas-para-ter-uma-boa-vida-com-menos-dinheiro=f652455#ixzz2RB7YUhan




Marisa Monte

A voz poética pede a outra pessoa para não se ir embora:



Vais / Vai  /  não vás
Vai / Vá / não vá

Completa o seguinte texto:
O Pedro quer ……-se embora e ouve as vozes dos amigos:
Ó Pedro, não te ….. embora!
Mas a sua consciência diz: "Pedro ….-te embora já!

terça-feira, 29 de março de 2016

Esboço de alguns galeguismos

Galeguismos que não se encontram no português padrão, isto é na variedade que se ensina nas escolas, ou na variante que serve como referência quando se estuda o Português Língua Estrangeira.

Esta listagem há que tomá-la com ressalvas, simplesmente como pequeno bosquejo orientativo:


Abondo (bastante, suficiente)

Abofé (com certeza, em verdade)

Abrente (amanhecer, alva)

Acadar (atingir, alcançar)

Acougar (sossegar, acalmar)

Adestrar (treinar)

Adicar (dedicar)

Agarimar (cuidar, tratar com carinho)

Agás (excepto)

Aginha ou axiña (rápido, com presteza)

Agochar (esconder, ocultar)

Ajôujere ou axóuxere (guizo)

Almorço (pequeno almoço)

A modo (devagar)

Amorodo/Morote (morango)

Amosar (mostrar, - não ensinar -)

Anaco (naco, troço, pedaço pequeno)

Anano (anão, diminuto)

Antano (antanho)

Aperta (abraço)

Arco da velha (arco-íris)

Arrolar (arrulhar)

Atopar (encontrar, achar)

Avoa ( (a) avó)

Bágoa (lágrima)

(de) balde (de borla, grátis)

Baleiro (vazio)

Beizo (lábio)

Berce (berço)

Bico (beijo)

Bilha ou billa (torneira)

Bisbarra (comarca)

Bocoi (pipa, tonel, cuba)

Botar (deitar (muito usado) )

Bourear (fazer ruído, barulho)

Breixo (brejo)

Brêtema (bruma, névoa ligeira)

Cabuja ou cabuxa (cabra)

Cadaleito (caixão, ataúde)

Cajato ou caxado (bengala, bastão, cajado)

Canle (o canal)

Canso (cansado)

(a) carão ou acarón (à beira, junto a)

Cara a (para,  em direção a)

Carqueixa (carqueja)

Cartos (dinheiro (coloquial) )

Cascuda (barata)

Castelão (castelão - habitante do Castelo - ; castelhano - língua - )

Castrapo (galego mal falado, com espanholismos (castelhano+trapo/língua de farrapos))

Cativo (criança; pequeno)

Cavaleiro (cavalheiro)

Cear (jantar)

Ceive (liberto, livre, solto)

Cereixa (cereja)

Chaira (planície, planura)

Che (te, to: dou-cho=dou-to)

(dar) cheda (ajudar, auxiliar)

Chícharo (ervilha)

Choiar (trabalhar (coloquial) )

(ao) chou (à toa, ao acaso )

Coengo (cônego)

Cousa (coisa)

Crego (clérigo)

Creto (crédito)

Cunca (malga, copo largo)

Curmão (primo)

Debecer (desejar, ansiar)

Decatar-se (dar conta, aperceber-se, dar por si)

Decote (frequentemente)

Deica (até (temporal) )

Devanceiro (antepassado)

Dianho / Demo (diabo)

Doado (fácil, simples)

Dous/duas (dois/duas)

Encoro (barragem, represa )

Engadir (acrescentar, adicionar)

Enquisa (inquérito)

Entroido, Entruido  (carnaval, entrudo)

Enxebre (castiço, autóctone)

Ergueito (erguido)

Escolheito (escolhido)

Escolma (selecção, escolha)

Esmorga (borga, festa, celebração)

Esnaquiçar ou esnaquizar(destroçar)

Estoupar (explodir, estoirar, arrebentar)

Fachandear (presumir, orgulhar-se)

Faiado (sótão)

Fame (fome)

Fazula (bochecha)

Feito (facto)

Fervença (cascata)

Fiestra (janela)

Fouce (foice)

Fume (fumo)

Gabear (trepar)

Gadoupa (garra (de animal) )

Com o galho de (com motivo/razão de)

Gorja ou gorxa (garganta)

Hai (há)

Herdança (herança)

Hórreo (espigueiro)

Javarim ou xabarín (javali)

Xantar ou jantar (almoço)

Xeira ou jeira(jornada de trabalho, turno, vez)

Xenreira (rencor, ódio)

Xeonlho ou geonlho (joelho)

Xurxo (Jorge (nome próprio) )

Labaçada (pancada, porrada, bofetada)

Lapas (chamas)

Lapada (pancada, porrada, estalada)

Latricar (fofocar, bisbilhotar, falar muito/de mais)

Lentes (óculos)

Leira (terreno, pedaço de terra)

Liscar (ir-se embora, pirar-se, partir (com pressa) )

Lôstrego (relâmpago)

Mália (ainda que, apesar de)

Malheira (pancada)

Mancar (magoar, aleijar)

Marchar (ir-se embora, partir)

Meiga (bruxa)

Meigalho (mau feitiço, maldição)

Meninha (pupila)

Meninho/a ou meniño/a (menino/a)

Mincha (caramujo)

Missioneiro (missionário)

Misto (fósforo)

Micho (gato)

Moas/Mós (dentes molares)

Moço/a (namorado/a)

Moi/Mui (muito (sempre) )

Monaguillo (acólito)

Moreas (muita quantidade, montes, uma data de)

Morrinha (saudade extrema)

Nai/Mai (mãe)

Nengum (nenhum)

Neno (menino, miúdo, garoto)

Orfo (órfão)

Osmar (espreitar, vigiar)

Ourego (orégão)

Ouviar/Ouvear/Auvear (uivar)

Panca (alavanca, palanca)

Pandeiro (adufe)

Panjolinha (canção de Natal)

Parrulo (pato)

Parvada (parvoíce)

Pataca (batata)

Pechar (fechar)

Peirao (cais)

Peleja ( luta, briga)

Perixel (salsa)

Pito (cigarro)

Pitrina (braguilha)

Polo (pelo (por+o) )

Polo (pinto, polo)

Pouta (garra - de animal - )

Prebe (molho)

Proer (arder, sentir comichão; proído = comichão)

Quenda (turno, vez)

Quentar (aquecer)

Quincalha (bijutaria)

Rabunhar (arranhar, coçar)

Rapaza (rapariga/garota)

Recendo (aroma, odor, cheiro)

Reloxo (relógio)

Repolo (repolho)

Repoludo (repolhudo)

Retrouso (refrão, estribilho)

Ronsel/Rossel (rasto, esteira)

Rosmar (rosnar)

Rubir (subir, elevar-se)

Saudinha (olá, cumprimento, saúdo (carinhoso, familiar) )

Seica (pelos vistos, parece que)

Senhardade (tristeza, pena profunda)

Sentidinho (ter siso, fazer algo com juízo)

Ser quem de (ser capaz de)

Siareiro ( adepto, seguidor, torcedor)

Sobranceiro (principal, importante)

Son (sou/são)

Soto (cave)

Tarasca (dragão)

Teito (teto)

Termar (segurar, suster)

Ti (tu, para ti)

Tigela ou tixola ( frigideira)

Tampouco (também não)

Todo ("Quero tudo."  mas "Quero todo o bolo")

Tolheito (tolhido)

Tomelo (tomilho)

Trasno (duende, elfo)

Treboada (trovoada, tormenta)

Treito (trecho)

Troula (festa, celebração)

Truita/Troita (truta)

Un / Unha (um / uma)

Vagalume (pirilampo)

Vazenilha ou bacinilla (urinol)

Verba (palavra)

Vieiro (caminho, via)

Vindeiro (próximo, seguinte)

Vir de (acabar de..  "Acabou de sair o livro")

Xeira (etapa, período, jornada)

Xesta (giesta)

Xordo (surdo)

Xoubinha ou xoubiña (petinga)

Xurdir (surgir)

Xurelo (carapau)

Texto adaptado e ampliado do site http://www.xoan.net/recursos/Pt_da_Gz.pdf


Elaborem um texto coerente em português com, pelo menos 6 galeguismos. Corrige o texto feito pelo teu colega e dá-lhe o teu para ele fazer o tal.

    * E ti cando marches bota o lixo no balde do soto e pecha bem a fiestra.

domingo, 27 de março de 2016

Novas atividades para os tempos livres: Orientação

 

Orientação

é um desporto individual que tem como objetivo percorrer uma determinada distância em terreno variado e desconhecido, obrigando o atleta a passar por determinados pontos no terreno (postos de controlo) e descritos num mapa distribuído a cada concorrente.
É permitido o uso de uma bússola.
Os tempos gastos para percorrer o trajeto são em função das capacidades físicas dos participantes, do treinamento de leitura de mapas e da rapidez para se orientar utilizando técnicas estabelecidas, assim como, das suas capacidades de adaptação ao terreno e da escolha correta dos itinerários.
Os percursos são de uma extrema variedade e as características do terreno podem ser diversas: areia, florestas mais ou menos densas, relevos mais ou menos acidentados, etc. O grau de dificuldade é estabelecido de acordo com a categoria dos atletas e conforme a sua idade (geralmente entre 10 e 80 anos).

 

Mapas de Orientação        



"O Mapa é o maior dos poemas épicos. As suas linhas
e cores mostram a realização de grandes sonhos"

Gilbert H. Grosvenor
Editor da National Geographic

(1903-1954)
Embora seja possível praticar Orientação em praticamente todos os tipos de mapas, é muito mais interessante utilizar mapas criados exclusivamente para a Orientação. Esses mapas são precisos e detalhados, e estão preparados para uma "escala humana", ou seja, o terreno e as características que aparecem no mapa são aquelas que uma pessoa, ao mover-se nessa área, observa facilmente.

Por exemplo, rochas com apenas 1 metro de altura aparecem nos mapas de Orientação.
 
 

Muitas das características dos mapas de orientação estão relacionadas com as encontradas nos mapas militares e de outros organismos. No entanto, existe uma característica nos mapas de orientação que é específica deste desporto: as Linhas de Norte.

 
As Linhas de Norte são linhas paralelas desenhadas do Sul Magnético para o Norte Magnético, espaçadas geralmente 500 metros (1:15.000) ou 250 metros (1:10.000). Estas linhas são normalmente pretas.
 
Mas por que razão as Linhas de Norte dos mapas de Orientação, não apontam para o Norte Geográfico? Porque o ângulo entre o Norte Magnético e o Norte Geográfico (a declinação magnética) varia bastante em diferentes partes do mundo, e como os praticantes de orientação utilizam bússolas (que indicam o Norte Magnético e não o Norte Geográfico), estas linhas acabaram por se tornar uma norma de modo a evitar a existência de uma série de linhas de referência nos mapas.
 
Existe um conjunto de regras para a simbologia dos mapas, que têm como objetivo standardizar a criação de mapas em todo o mundo.
 
 
  Mais informação:
A Federação Portuguesa de Orientação

Repara nas palavras em negrito.
Compreensão:
As provas de Orientaçao têm as mesmas regras.
O objetivo é chegar a um ponto-meta independentemente do percurso que cada um faça.
Há diretrizes que uniformizam os mapas de orientação em cada país.
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