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segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Escrita A2 rotinas e relatos




Resultado de imagem para calendario portugues abril


Como e quando são as tuas rotinas diárias de lazer e diversão na atualidade? (Presentes)
Eu acordo cedo todos os dias menos ao fim de semana........




Como eram as tuas rotinas há dez anos? (P.Imperfeitos)
Eu acordava mais tarde todos os dias....

Resultado de imagem para calendario portugues

Conta o relato de como foi o dia em que aconteceu algo importante na tua vida (P. Perfeitos)
Eu acordei como todos os dias....





segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Organizamos a narrativa

Depois (de) que

após, de seguida, 

antes (de) que

então, nessa altura,

no dia seguinte, dias mais tarde, meses / anos após, depois, 

até que,

mal (imediatez temporal)

enquanto, ao mesmo tempo (que),

(entretanto, por outro lado)

por último, finalmente 


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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Atividades para miúdos

Vê e comenta:
com que atividades concordas e porquê?
quais atividades não te agradam?
dá outras alternativas para o lazer dos miúdos.



terça-feira, 15 de novembro de 2016

Um fim de semana especial para quatro amig@s


Propomos uma atividade para programar para 4 todo um fim de semana (da manhã de sábado à tardinha de domingo)

Roadtrip meme:


Têm que aparecer indicações sobre:

Transportes: 3 no mínimo, indicando tempos.
Noites: 1 tipo de alojamento. Qual, onde?
Refeições: onde? 3, fora os pequenos-almoços.
Localização: 3 lugares diferentes até 80 km de ourense capital.
Roupas especiais: se forem necessarias.
Fotos: 3

Indica partes do dia e horas, com os pormenores precisos para um folheto turístico.
A parte interior pode conter o texto instrutivo (pormenores técnicos) (de 300 a 400 palavras) e na parte exterior do folheto o texto publicitário (de 80 a 100p.) dessa experiência junto com as fotos. 
Podemos vê-lo no esquema a seguir:





TEXTO
30-40 palavras

  EXT





PUBLICI-
30-40

 ER






TÁRIO
30-40





   IOR



TEXTO
100/120 palavras


    INT



INFOR-
100/120 palavras



  ER





MATIVO
100/120 palavras



  IOR




possível modelo de folheto



Tempo de elaboração: 2 horas.
Enviar ao correio eletrónico

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Poema em Linha Reta de Fernando Pessoa


Interpretado por Paulo Autran



Poema em linha reta

Fernando Pessoa(Álvaro de Campos)


Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.


E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cómico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um acto ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e erróneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.


Poema em Linha Reta de Fernando Pessoa


Interpretado por Paulo Autran



Poema em linha reta

Fernando Pessoa(Álvaro de Campos)


Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.


E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cómico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um acto ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e erróneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Jogos de integraçao


Chama-me!

A diz "A A chama o B"?
Todos têm que nomear a todos.

A (para c) - Quero apresentar-te a/o C!


A batata quente

A manda dois limões a B. Este tem que: dizer o nome de A manda uma batata a... C


Um limão, meio limão

Cada aluno tem um número: a 1, b 2, c 3

a - Um limão, meio limão e 3 limões!
c - Um limão, meio limão, 3 limões e 2 limões!
b


7 limões:
Beatriz - "Envio 7 limões e meio limão à Maria"
nº 7 "A beatriz envia 7 limões e meio limão à Maria"
MAria " Envio..." etc


quarta-feira, 22 de junho de 2016

Excertos. A pronúncia dos ditongos nasais


"O chão e o pão.
 O chão,
 O grão.
 O grão, no chão,
 O pão na mão.
 O pão no chão?
 Não.
 O pão,
 O pão e a mão.
 A mão no pão."
     Cecília Meireles, Ou isto ou aquilo


"Não quero, não quero não
 Ser soldado nem capitão (...)
 Não quero muito do mundo
 Quero saber-lhe a razão
 Sentir-me dono de mim
 Ao resto dizer que não."
    Eugénio de Andrade, Aquela nuvem e outras



“O morto do horto
é o porco
da aldeia
o moço
espetou-lhe
a faca
no cachaço
a Maria Arminda
felicíssima
mexe o sangue
no balde
com a pá
a mãe catequista
fugiu para os montes
com o avental
pela cabeça
para não ouvir
os gritos
tudo se passa
na casota
de madeira e de palha
rente ao poço
rente ao osso.”
     Adília Lopes, Clube da Poetisa Morta 


Ele tem um cão em casa.
Eles têm cem cães em casa.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Hortas Urbanas





Apanha cinco nomes de legumes: 

  • 1.       De quem é a iniciativa?
  • 2.       Qual é a quantidade e extensão dos terrenos?
  • 3.       Porque as pessoas consideram que é uma mais-valia?
  • 4.       Porque essa senhora decidiu pedir a horta de novo?
  • 5.       Qual foi o motivo que levou o indivíduo a cultivar a horta?
  • 6.       Come sozinho?
  • 7.       A câmara municipal C.M. vai continuar com o projeto?

domingo, 13 de dezembro de 2015

Situam no espaço

Debaixo (de)
Em cima (de): implicam um sentido de ausência de movimento.


Os chinelos estão debaixo da cama e o lápis está em cima
(da cama).
O João saiu de baixo do carro.






Por baixo (ou em baixo (de) ?)
Por cima (de): implicam, uma ideia de movimento.
O barco passou por baixo da ponte.
A criança brinca em baixo (debaixo) da árvore.(embaixo no Brasil)
Ele está lá em baixo na cave.
Ele tem estado todo este mês muito em baixo.(desmotivado, triste)





Abaixo
Acima: significam num sítio ou num plano inferior. E significados figurados.

A minha Internet foi abaixo.(desligou-se)
O cinema fica mesmo ali abaixo, ao fim desta rua.
Leia e responda às perguntas abaixo.






Cfr. Rio abaixo / Rua acima.
       Vou lá acima ao 10.º andar. / Vou lá abaixo ao 2.º.
       Olhei-o de alto a baixo.

Para entrar na floresta urbana (vocabulariza-te)

Passear pela cidade

Entra nas palavras, mas com olho...! Como a passear pelas ruas, nem tudo é o que parece...

1.º Distribui as palavras por campos de significado, por exemplo:

"Tipos de via": p.ex. rua, 

"Prédios": p.ex. apartamento, 

"Serviços públicos": p.ex. polícia, 

"Comércios": etc loja, 





Galinha: 

A cidade ideal da galinha

Tem as ruas cheias de minhoca

A barriga fica tão quentinha

Que transforma o milho em pipoca


(Chico Buarque)







    
GLOSSÁRIO            DA         CIDADE
praça, largo // mercado/praça

cinema
 avenida
peixaria
 peão
andaime, pedreiro
paragem

passadeira, passarela
 semáforo, sinal (vermelho, amarelo, verde)
 parque de estacionamento
 rotunda
posto de turismo
 trânsito, tráfego e tráfico
farmácia
 passeio
Câmara Municipal
 estrada
Sé (Catedral)
 prédio
museu
obras de melhoramento

cruzamento
 talho, talhante
escadas /escadaria
 mercearia, merceeiro

aeroporto
 oficina (mecânica)

esquadra (da polícia)
 escadas rolantes

lomba

 autocarro, camioneta, ônibus (br)
metro, metrô (br)
 comboio
bilheteira, guiché
 pastelaria
poste de luz, candeeiro
 ruela, beco
arranha-ceu(s)
 fonte, chafariz
contentor
 cesto/caixote do lixo

igreja
 serralharia, loja de ferragens
retrosaria
 lixeira
ponte
 coluna
cartaz
 chaminé
escola, colégio
 hospital
bairro (de lata)
 esgoto
agência de viagens
 infantário, creche
padaria, padeiro, (pão)
 itinerário circular (IC)
estação (de camionagem, dos comboios, de metro)
 o cais, as docas (porto)
varanda, sacada, marquise
 arcadas
portal
 placa (de sinalização)
caixa de correios
 travessa
cemitério
 telhado
escritório
teto
carro, carrinha, reboque

banco

elétrico

                             





2.º Finalmente, podes contar-nos como era a  vila/aldeia/bairro onde te criaste?
(Entre 80/100 palavras A2)
 (humana, sustentável, sossegada, calma, isolada,  limpa, ecológica, respeitosa, saudável, pedonal, agradável,)

(Entre 200/250 palavras C1)