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domingo, 4 de outubro de 2015

Cão cães

-am
-om

Estas duas formas medievais pam e cançom // amarom e amaram confluiram na terminação portuguesa moderna -ÃO > pão, canção// amaram.


Mas se vamos ao plural temos as soluções variadas que há por trás. Os plurais das palavras em -ão são ditados pelos seus étimos e outras vezes pela analogia, que os arrasta para a desinência -ões, por ser a mais frequente. (p.ex.vulcões, anciões, verões)









Na Galiza, em geral, perdeu-se a nasalidade. Na zona oriental (vid. o mapa) perdeu-se a nasalidade, mas no entanto permaneceu o ditongo -ois "camiois, pantalois, razois". Na Galiza central perdeu-se a nasalidade e o ditongo, ficando -ós "camiós, pantalós, razós". Na estreita faixa ocidental, pelo contrário, conservou-se a nasalidade -óns : "camións, pantalóns, razóns"



Irmãos, mãos e outros têm -ãos, originado no latim -ANOS. Cães acaba em -ães, porque em latim era canes, pão é pães no plural, por o étimo ser PANES. Limão faz limões; embora palavra de etimologia árabe, segue a regra mais geral dos plurais em -ões, desinência que, quando etimológica, corresponde ao latim -ONES (p. ex., sermones deu sermões). Eis (Aqui tens) uma pequena amostra.


Junta estas palavras nos três grupos segundo a formação do seu plural


balão >>>>> balões
canção
sótão
cão
estação

fracção
capelão 
grão
cidadão
cortesão

cristão
opção
irmão
pagão
órfão

refrão
órgão
mão
vão
capitão
sacristão

leão
nação
operação 

chão, 
catalão
charlatão
escrivão
guardião
pão
opinião
questão


Depois de experimentar com estas palavras, escolhidas à toa, diz

1.º Qual é a terminação mais frequente para o plural das palavras em -ão?

2.º Usando palavras no singular elabora uma frase coerente no teu caderno > Dá aos teus colegas para eles fazerem o plural.


Plural-de-substantivos-terminados-em---ão

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Uma pitada de gramática

Apontamentos : o Complemento Direto

O Complemento Direto,  é C. D. porque nada o separa do seu verbo, ao contrário no caso do C. I. que tem como marca uma preposição (a, para) que o separa do verbo.
Quando escrevemos: ao, aos, à, às  ou  para o(s), para a(s) estamos a separar esse(s) complemento(s) do seu verbo. Convertemo-los em C. Indiretos.



1. Ele convidou

2. Eles acompanham                                               o homem

3. Ela encontra                                          +           a senhora

4. Vocês oferecem uma prenda                             os meus vizinhos

5. Ela cumprimenta                                               a tua cadela

6. Eles curaram

7. Tu acusas ... de entrar antes de tempo.


Para sabermos se se trata de CD. ou C I a melhor prova é o pronome....:



              - o(s), a(s), no(s), nas(s), lo(s), la(s) --- > C.D ... e portanto há que escrevê-lo sem preposição.

              -lhe(s) --- > CI. (portanto com preposição)






Agora une cada um dos sete sujeitos e verbos (ver acima) com cada um dos quatro complementos.
Exemplo:
Ele convidou ..... homem. 
Convidou .... senhora. 
Convidou .....  meus vizinhos, etc


(Atenção é "telefonar a" portanto telefonar-lhe portanto "telefonar a/para ele". "Resistir a" > resistir-lhe)