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terça-feira, 26 de novembro de 2019

A sopa de pedra (texto interpretado e cantado)







Minha sopa de pedra.
Tem melhor sabor
B.... .................. da horta
Só prà dar a ........
Verdura*  ..................
Um bocadinho só
B..... ........... do rio prà ficar melhor


* Só no Brasil.
Que legumes não conhecias?
Escreve e tenta descrever.
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Rapini.jpg

Os Grelos são um tipo de vegetal muito cultivado em Portugal e na Galiza como acompanhamento de culinária portuguesa. Os cultivos mais representativos na culinária portuguesa são o nabo, a couve, e a nabiça.

A aparência é a de um talo mais ou menos grosso de que saem algumas folhas e no extremo as flores. O grelo é comestível enquanto está tenro. Quando a flor desabrocha o grelo endurece e já não é possível o seu consumo, pois não amolece por muito que se coza.

Um bom sistema para saber se o grelo é mole ou não consiste em fazer um corte transversal no seu extremo. Se o centro estiver muito branco (branco neve) o grelo já não é comestível por causa da sua dureza.

Dependendo do gosto de cada um, o sabor naturalmente amargo dos grelos pode ser eliminado escaldando-os primeiro em água a ferver, mudando a água posteriormente. Um modo de preparação frequente é salteá-los com alho, aproveitando eventualmente a gordura da carne (especialmente se for para acompanhar Alheira de Mirandela.


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A couve galega
Uma variedade tradicional portuguesa muito antiga, sendo assim conhecida como “Rainha das Couves” em Portugal. É muito usada na cozinha portuguesa sendo presença fundamental no famoso caldo-verde.  De caule razoavelmente alto e folhas largas, usada na confecção da sopa conhecida como caldo verde, típica de Portugal e da Galiza, bem como nos típicos "caldos de Berças". Além disso, é muito apreciada como acompanhamento da famosa feijoada brasileira. Pode-se semear de Março a Junho. É muito resistente ao frio, pragas e doenças, e adapta-se a qualquer tipo de solo. 


Procura - no texto ou fora - e escreve no teu caderno, vocábulos da família de:

Ferver: fervura, fervedor, etc
Mole:
Duro:
Cru:
Grelo:
Caldo:
Alho:


7. [Brasil, Informal]  Deixar ou ficar aborrecido. = APOQUENTARCHATEARIMPORTUNAR

"amolar"



terça-feira, 28 de março de 2017

A Noite Tiê





Ouve e Preenche:


A Noite       Tiê

....................... não bastam, não .............. pra entender

E esse medo que ................ e não para

É uma .................... que se complicou

E eu .......... .............  o porquê


Qual .......... o peso da culpa que eu ............... nos braços?

Me entorta as costas e ............. um ................. 

A maldade do tempo ............ eu me ................ de você


E quando chega a noite e eu não consigo .....................

Meu coração acelera e eu ....................... aqui

Eu mudo o lado da cama, eu ................. a televisão

Olhos nos olhos no espelho e o telefone ....... .......................


.............  tanto que eu te queria, o perto nunca bastava

E essa proximidade não ............. 

Me ................. no que era real e no que eu inventei

....................... as memórias, deixei o cabelo crescer

E te dedico uma linda história confessa

Nem a maldade do tempo ................... me ................de você


Te contei tantos segredos que já não ......... só .................. 

Rimas de um velho ................  que nunca me pertenceu

Entre .............. não ditas, tantas .................. de amor

Essa ..................  é antiga e o tempo nunca passou


E quando chega a noite, e eu não consigo ..........................

Meu coração acelera e eu ................. aqui

Eu mudo o lado da cama, eu .............. a televisão

Olhos nos olhos no espelho e o telefone na minha ........................


sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Natal


Podes
Escrever verbos, substantivos, expressões de modo.
Contar brevemente por escrito como o tipo FEZ a rena.

Boas Festas!!
Bom Ano!


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Poema em Linha Reta de Fernando Pessoa


Interpretado por Paulo Autran



Poema em linha reta

Fernando Pessoa(Álvaro de Campos)


Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.


E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cómico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um acto ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e erróneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.


Poema em Linha Reta de Fernando Pessoa


Interpretado por Paulo Autran



Poema em linha reta

Fernando Pessoa(Álvaro de Campos)


Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.


E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cómico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um acto ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e erróneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Famílias

Desta vez, a atividade consiste em preencher o mapa mental que aparece abaixo, ouvindo o áudio sobre uma família de Nazaré.
A particularidade é que há que imprimir o mapa mental (ou copiar) e escrever com uma caneta de tinta diferente a cada vez (para poder estabelecer médias de dificuldade) que ouves o áudio: p.ex. azul à primeira audição, vermelha, preta, ...

Por outro lado, "Ritual" refere-se a uma rotina que ele fazia cada manhã.


Áudio Familia nazarena


segunda-feira, 23 de março de 2015

Poema de Alberto Caeiro . Ouvimos e refletimos.


Poema "Quando vier a primavera" interpretado pelo actor Pedro Lamares.





Quando Vier a Primavera

Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim.

Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma

Se soubesse que amanhã morria
E a Primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é.

Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Atividade de C.Oral: Preenchendo um campo conceptual. A família

1.º Escolhe um momento teu quando tenhas tempos livres, mínimo 15 minutos. É FUNDAMENTAL seguir a ordem das instruções.

2.º Começa a atividade lendo as epígrafes do "mapa concetual" (abaixo) e esclarece o significado daquelas que não conheças.

3.º A seguir, vê uma única vez o vídeo e preenche com aquilo que percebas pelo ouvido (não pela vista!!).



4.º Cada vez que vejas o vídeo completo, vai escrevendo com diferentes cores. Por exemplo > 1.ª vez com caneta vermelha; 2.ª vez caneta azul; 3.ª vez caneta preta... (para poder fazer uma estatística)

Aqui o mapa:
Manuel, reformado de Nazaré


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Parecido com o Dakar. Atividade C Auditiva >>>>>> ver a ligação


Vai escutar uma notícia acerca de uma iniciativa desportiva.  Escolha a resposta mais correcta às questões colocadas tendo como referência o texto que está a ouvir.


1. De que forma vão os participantes desempenhar esta prova?

a.       De barco, carro, bicicleta

b.      A pé e de bicicleta

c.       A pé.



2. Onde se vai realizar a prova?

a.       Em Lisboa

b.      Em França

c.       No deserto



3. Quantos são os participantes da maratona?

a.       650

b.      860

c.       850



4. Que materiais levam os participantes na mochila?

a. Saco-cama, alimentos

b. Podem levar de tudo menos água.

c. De tudo sempre que o levem às costas.



5. Qual é o maior obstáculo da maratona?

a. O deserto

b. O calor

c. A falta de água


6. Quantos quilómetros tem a maratona?

a.       265 km

b.      245 km

c.       2045 km



7. Quais as temperaturas previstas?

a.       0º de noite e 50º de dia

b.      25º de dia e menos 5º à noite

c.       Abaixo de 0.º durante a noite e 50º de dia.



8. Que outros objectivos tem esta prova? Assinale uma opção correcta.

a.       Apoiar adopção de crianças na Etiópia

b.      Alertar para a preservação do ambiente

c.       Conseguir terminar a prova



9. Os participantes podem ser penalizados em algum caso.

a.       Se levam produtos de consumo

b.      Se deitam a garrafa de água que lhes dao

c.       Se deitam a garrafa no meio da corrida.



10. O que significa “Força Hélder e Fernando!”?

a.       Boa sorte

b.      Coragem

c.       Ambas estão correctas