quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

A boa anfitrioa

  Atividade de aulas até quarta feira 16 de Fev. 


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quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Cartuns, tirinhas e GB

 

Charges e tirinhas e HQ (histórias em quadrinhos)







Enviado por Gilberto Godoy
charges-e-tirinhas-3

   As tirinhas são quadrinhos de desenhos e pequenas histórias curtas. Diferentemente dos gibis que possuem diversas paginas contando uma historia, as tirinhas possuem cerca de uma ou mais quadrinhos em formas de tirinhas que podem ser escritas contando pequenas historias, podendo ser tristes, alegres, bizarras. Geralmente são piadas.
      
     As tirinhas vêm  ganhando seu espaço, no que antes era algo concentrado em livros infantis e gibis, hoje se tornou mania mundial que contagia jovens, crianças e adultos, que pode ser encontrando em diversos lugares como jornal, revistas, internet e até em livros didáticos, servindo como mediadores de ensinamento. É muito comum também encontrar em provas de vestibulares, sumulados importantes e em provas do Enem. Isso é comum nas partes direcionadas à disciplina de português, onde as perguntas são feitas para que o aluno possa interpretar corretamente as tirinhas, tanto a parte escrita, quanto a ilustração.
 
     Quais as tirinhas mais conhecidas no mercado nacional e internacional?
 
     As tirinhas mais conhecidas são sem duvida as americanas, com tirinhas engraçadas e bizarras que faz com que muitas pessoas riam das piadinhas por trás de suas frases. Hoje em dia as tirinhas consideradas as mais legais são as de “Hagar, o viking”, que são historias super engraçadas da vida de um casal, trazendo cada vez mais as loucuras da vida real. Essas tirinhas saem praticamente toda a semana nos melhores jornais dos Estados Unidos, um deles é o “The New York Times” e também são conhecidas no mundo todo através da internet.
 
     As mais conhecidas no Brasil são tirinhas de Mauricio Ricardo com a “Turma da Mônica”. Afinal, que atire a primeira pedra quem nunca leu um gibi da “turma da Mônica”, obviamente que todos já leram e gostaram muito. Os gibis da Turma da Mônica são contam histórias e aventuras bem engraçadas da turminha e leva conhecimento e diversão a crianças, jovens e adultos.

     Há também entre outros autores que fazem o maior sucesso com suas tirinhas que podem ser encontradas em jornais, revistas, livros e também na internet como, por exemplo, Henfil que foi um dos maiores cartunistas, jornalistas e escritores brasileiros, ficou muito conhecido pelas suas obras em tiras e quadrinhos contando a realidade do Brasil de antigamente, Tirinhas da Mafalda, Tirinhas do Doutor Pepper, entre outros.

      Para quem gosta dessas pequenas histórias engraçadas, acompanhe por aqui algumas tirinhas selecionadas. Boas risadas.

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    As tirinhas estão sempre presentes nos textos de apoio das provas de Redação, mas também marcam presença na questão objetiva da prova de Linguagens do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). [Veja vídeo acima]  Utilizadas na prova para medir a capacidade de interpretação e de compreensão do texto pelos estudantes, a tirinha é um gênero textual que faz parte de um grupo bastante peculiar. Dele também fazem parte a charge, a caricatura, o cartum e a história em quadrinhos, segundo a docente.




    "Caricatura é uma fotografia desenhada e evolui para a charge, que tem duas características especiais: é circunstancial e temporal. Como a charge, o cartum é apresentado em um quadro apenas. Um conjunto de cartuns formam uma tirinha, que tem introdução, desenvolvimento e desfecho. História em quadrinhos é uma tirinha que envolve mais personagens, mais conflitos, mais situações", explica Fernanda Bérgamo.




    As tirinhas também podem trazer à tona questões que dividem as opiniões e deixam parte da população a favor, outra parte contra. "Eu acho que uma coisa é polêmica porque é meio tabu. Eu acho que, se a gente discute, se a gente aprende, se a gente ouve, uma questão deixa de ser polêmica, aí a gente supera. A gente traz a luz da informação e aí a polêmica para.", ressalta Alexandre Beck, criador do personagem Armandinho, uma criança de cabelos azuis que traz questões sociais e ambientais na discussão das suas tiras.







Pelo rio abaixo

 



https://youtu.be/m8s8Eh2w8DU

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Dom Nariz das duas Ventas

O segredo das nasais

O Nasão e as narinas.


Nariz e ventas.


Som, soar, soante, ressoar,...


cheirar, (transitivo e intransitivo), farejar, ter o cheiro de, 

odor, aroma, cheiro, 


Acede a esta apresentação e dá-me a tua opinião.


https://docs.google.com/presentation/d/1x27GdfqEhtP4z_6x1tRLeM-UPkAzyhp9wUEsWie8V28/edit


domingo, 15 de novembro de 2020

Os mercados de levante: vamos às compras?

 Os mercados de levante


Sabe o que é um mercado de levante? Não? Nós explicamos-lhe: é um mercado que se monta e desmonta todos os dias. Sim, um mercado onde os comerciantes, todos os dias, montam as suas bancas de manhã para à tarde as desmontarem. Já só há um destes em Lisboa: é o Mercado de Levante de Alvalade, que esta semana entrou em obras. A Junta de Freguesia de Alvalade não só quer melhorar as condições do espaço como torná-lo mais activo , ligando-o ao pequeno jardim que existe ao lado.

O projecto é do arquitecto Rui Mendes e não vai, segundo a informação disponibilizada pela junta de Alvalade, alterar a função deste mercado. O que vai ser feito é uma cobertura sob a qual serão dispostas as bancas de venda, através das quais se poderá circular e atravessar para o espaço público envolvente, mais precisamente o jardim contíguo.

Apesar de todo o espaço ser ao ar livre, o arquitecto vai conseguir criar, com este projecto, a sensação de se estar num espaço interior (o mercado) e depois num espaço exterior (o jardim). Daí a nova designação: Mercado Jardim.

Se em tempos este já foi um mercado – e um jardim – muito movimentado, actualmente são poucas as pessoas que o procuram para comprar peixe, legumes, flores ou roupa e muito se deve às parcas condições do espaço. A cobertura vem substituir os velhinhos chapéus de sol que os comerciantes todos os dias montam. Faça chuva ou faça sol.

A requalificação do Mercado de Levante, fundado em 1949, foi uma das propostas vencedoras do Orçamento Participativo de Lisboa. Depois disso, a junta, responsável pela gestão e manutenção do mercado, promoveu um processo de discussão pública, decidindo então avançar com o projeto.

Durante os trabalhos de construção, que se deverão prolongar até ao início do próximo ano, o mercado funcionará normalmente, de segunda-feira a sábado, das 7h às 14 h.

Rua Antero de Figueiredo, diariamente (exceto ao domingo) das 07.00 às 14.00



"Viajando por diversas cidades, procuro - e facilmente encontro - os mercados mais diversos. Mercados permanentes e mercados de levante (que, justamente, se levantam de madrugada e retiram ao fim do dia). Nas cidades mais vivas há destes mercados nos mais variados locais - em praças, em ruas largas ou estreitas, em saídas de metro. Aí se vende e se expõe tudo e mais alguma coisa: frutas, pão e legumes, moda e artesanato, arte e antiguidades, livros e discos. Até ideias e opiniões. Alguns mercados são verdadeiros corações de bairros ou de cidades inteiras.

Só nos últimos dois anos, Nova Iorque instalou 50 novos mercados, quase todos de levante. Barcelona criou três dezenas nos últimos cinco anos, para além de todos os que já tinha. Os locais onde eles palpitam tornam-se mais vivos, mais interessantes. Ganha-se qualidade de vida, havendo, mais próximas, mais oportunidades. De consumo, mas também de oferta, pois assim incentivam-se novas formas de emprego. As cidades que pensam sabem que os mercados de rua são sinal de desenvolvimento e de qualidade de vida - não de pobreza e atraso.

É que vejo poucos mercados destes nas cidades portuguesas. Este país de tradição mercantil tem visto os seus mercados hiperconcentrados e hiperperiferizados, julgando que os hiper são super e que tudo isso é desenvolvimento, afinal debilitando a vida na cidade, na sociedade e na economia, não percebendo o que se pode estar a perder - e o que se poderia estar ganhar.

E com este clima! Façam-se, assim, mercados de levante, muitos e variados, e às mais variadas horas. As cidades brilharão mais e serão mais cosmopolitas. "