sexta-feira, 15 de abril de 2016

Tarefa de preencher lacunas e compreensão escrita (A2)

Título:
 

Cientistas da Universidade de Newcastle, no norte da Inglaterra, chegaram à conclusão que o facto de os dedos ficarem ...................... depois de passarem algum tempo dentro de .............. faz parte das .................. adquiridas pelo Homem ao longo de milhares de anos de evolução: é mais fácil segurar um objeto molhado com a superfície da pele ...................

Durante muito tempo, acreditou-se que os dedos ..................... simplesmente porque a pele inchava com o contacto prolongado com a ................

Para investigarem o fenómeno, os cientistas britânicos pediram a voluntários que apanhassem berlindes colocados no fundo de um balde de ............... A experiência consistia em apanhá-los com uma mão e fazê-los depois passar por uma pequena abertura para a outra mão, colocando-os depois num segundo recipiente. Os voluntários que tinham os dedos .................... terminaram a tarefa mais rapidamente que os que não tinham.

A experiência, publicada no Royal Society Journal Biology Letters, sugere que as .................. têm a função específica de tornar mais fácil o manuseio de objetos dentro de ............... ou em superfícies molhadas, o que pode ter sido uma ........................ para os nossos antepassados, quando procuravam alimentos em lagos ou rios.




1.º Coloca estas palavras no texto:
ruga, enrugar, rugoso, enrugado (x 2) , água (x 4), vantagem (x 2) (nas formas correspondentes).
2.º Escreve um título para a notícia.



Ler mais: http://visao.sapo.pt/cientistas-percebem-finalmente-por-que-os-dedos-enrugam-na-agua=f705657#ixzz2HgJMoCBP

Novas músicas com letras

Ultraleve






Carminho e Marisa Monte

Descritores Expressão Escrita nível A2 BASICO

  • Sou capaz de descrever um acontecimento em termos simples, referindo o quê, onde e quando aconteceu (por exemplo, uma festa ou um acidente)?
  • Sou capaz de escrever textos simples sobre aspectos da minha vida diária (pessoas, lugares, emprego, escola, família, actividades de tempos livres)?
  • Sou capaz de preencher um questionário sobre a minha formação escolar, o meu emprego, os meus interesses e as minhas capacidades?
  • Sou capaz de escrever, em termos simples, uma carta de apresentação com informações de carácter pessoal (família, escola, emprego, passatempos)?
  • Sou capaz escrever, em termos simples, uma carta de felicitações ou cumprimentos, pedindo ou agradecendo qualquer coisa?
  • Sou capaz de escrever frases simples, ligando-as com palavras como “e, mas, porque, ...”?
  • Sou capaz de utilizar palavras que indiquem a ordem cronológica de acontecimentos “primeiro, então, depois, mais tarde, etc”)?

Soluções frequentes

Errado.......................................... Certo.........................................
em quanto a................................... Quanto a
por convidar-me............................ por me convidar
para ver-nos................................... para nos ver
lim, escrevim, comim..................... Li, escrevi, comi
convidar a....................................... Convidar para
pola minha conta............................ Por minha conta, por iniciativa própria
por primeira vez............................ Pela primeira vez
à volta da viagem.......................... Quando eu voltei/ar...
que?............................................... O quê?
levo oito meses fazendo a casa...... Há 8 meses que ando a fazer a casa. Levei oito meses a fazer a casa.
O dia 4 vou.................................... No dia 4 vou
obrigas........................................... Obrigações


terça-feira, 5 de abril de 2016

Os Haikus

Haiku, ou haikai no Brasil, para designar a mesma forma poética, que remonta ao século XII, no Japão, e que, a partir do século XIX, se estende por diferentes culturas literárias. Em Portugal, tem tido cultores como Camilo Pessanha, em finais do século XIX, e na actualidade, Eugénio de Andrade, Albano Martins, ou Herberto Helder:


Primeira neve:
Bastante para vergar as folhas
Dos junquilhos.

Festa das flores.
Acompanhando a mãe,
Uma criança cega.


Monte de Higashi.
Como o corpo
Sob um lençol.



A poesia de Eugénio de Andrade (1923), poeta que nunca se integrou em qualquer movimento literário específico, caracteriza-se pelo valor dado à palavra, à imagem, à musicalidade, aproximando-o, entre outros, do simbolismo de Camilo Pessanha. 
Neste exemplo combina e integra haikus:

Tocar um corpo
e o ar
e a língua de neve.

Tocar a erva
mortal e verde
de cinco noites
e o mar.

Um corpo nu.
E as praias fustigadas
pelo sol e o olhar.


Segundo David Rodrigues, “talvez a sedução do haiku seja o seu carácter conciso. Ainda que sem uma fórmula rígida, espera-se que o haiku tenha aproximadamente cinco sílabas no primeiro verso, sete no segundo e, de novo, cinco no terceiro”. Segundo o brasileiro Paulo Franchetti, “haikai não é síntese, no sentido de dizer o máximo com o mínimo de palavras. É antes a arte de, com o máximo, dizer o suficiente”. Um mínimo que se expressa, como dissemos, numa composição de três versos, que, segundo a tradição japonesa, tem por tema a Natureza, os seus ciclos, as suas múltiplas expressões. Com o decorrer dos anos, a temática do natural foi dando lugar a outras temáticas, às mais variadas manifestações humanas e sociais.
Ora, estas considerações vêm a propósito da nova obra de David Rodrigues, publicada em finais de 2008: “Respirar – 101 haiku”. “A nossa vida – diz-nos David Rodrigues – passa-se entre uma inspiração e uma expiração. Desde a primeira vez que inspiramos o ar do mundo, repetimos durante toda a vida este movimento vital pelo menos dez vezes por minuto. O último acto da nossa vida é uma expiração, como que devolvendo ao mundo o ar que lhe inspirámos quando nascemos”. Assim, o livro divide-se, fundamentalmente, em dois grandes capítulos: “Inspirar” e “Expirar”. No primeiro, agrupam-se, segundo o autor, formas mais tradicionais, cujo sentido está, “grosso modo”, sintetizado na expressão “da Natureza para mim”. Citemos alguns exemplos:

“como mão de amigo
o Sol de Inverno
amorna os ombros”

ou:

“inspiro com a Terra
quando o vento atravessa
os carvalhos”

ou, ainda:

“no Carnaval
a amendoeira vestiu-se
de neve”


No segundo capítulo, “Expirar”, agrupam-se textos de forte centração no autor e cujo sentido se poderá condensar na frase: “de mim para a Natureza”:


“como cascas de árvore
as memórias flutuam
nas ondas da música”


ou:

“quando o Sol
entra em casa pela manhã
saio à sua procura”



David Rodrigues acrescenta um último capítulo, “Transpirar”, no qual integra poemas de carácter jocoso e erótico, como é o que a seguir se transcreve:

“não há palavra
que segurem os meus olhos –
caem para o teu peito”

Fonte:

 http://7leitores.blogspot.com.es/2009/04/haiku-haikai.html

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Experiências

Penso noventa e nove vezes e nada descubro; 

deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio 

- e eis que a verdade se me revela.

Albert Einstein

Melhora a tua expressão oral




Explica por palavras tuas duas ou três dicas - expostas no vídeo - para o melhoramento da nossa expressão oral.